Como um layout certo pode aumentar as vendas do site da sua cervejaria?

Hoje em dia, quando falamos em montar um e-commerce, não estamos falando apenas em preço ou produto. Estamos nos referindo também em dispor de maneira atraente suas linhas de produtos, acessórios e serviços em sessões adequadas, que engajem e fidelizem os clientes.

Isso vale para muitos segmentos, e com as cervejarias não é diferente. Ter sua garrafa ou lata online é necessário, mas também é fundamental ter um site com um layout especialmente voltado às vendas, além de boa experiência de usabilidade e que passe credibilidade ao cliente.

Mas o que é um e-commerce com um layout adequado? Simples. É um design que faça o visitante do seu site (B2B, mas também pode ser B2C) encontrar a cerveja desejada com facilidade, padronização, organização e uma paleta de cores que tenha sentido com seu negócio.

Navegação e customização

Outra estratégia muito importante está na usabilidade. Em primeiro lugar, é necessário fazer com que varejos, bares e restaurantes que compram da sua cervejaria economizem tempo e dinheiro. O ponto crucial é aumentar a satisfação do usuário em comprar no seu site, tornando-o um cliente recorrente, ou seja, um visitante que vai voltar.

Já o layout responsivo é quase que uma “obrigação”. Seu e-commerce tem que funcionar no celular, pois as vendas em dispositivos móveis, além de serem tendências, têm crescido constantemente. Fora que, desta maneira, seu site aumenta receita e diminui a rejeição.

Como falamos no início, nem tudo no mercado de cerveja é apenas preço e produto. Atualmente, você precisa pensar em seu negócio por completo, da experiência do cliente desde a estratégia de marketing digital, passando por processos de compra e entrega, até a utilização do produto.

Como aumentar o faturamento da sua cervejaria?

Você já se perguntou em como aumentar o faturamento e a visibilidade da sua cervejaria? Se você está estudando o assunto e mesmo assim não chegou a uma conclusão clara, a resposta é muito simples: por meio da digitalização.

Atualmente, ter um e-commerce bem constituído, com atenção minuciosa aos conceitos de marketing, tecnologia e vendas, é essencial para seu negócio. Basta olhar a sua volta e terá certeza que todos estão se movimentando neste sentido, com digitalização, inovação e crescimento.

É por isso que sua cervejaria precisa ter um site B2C e, mais importante ainda, um B2B. Não dá mais para ficar preso àquele modelo tradicional de produzir cerveja e vender em seu bairro ou cidade e depender quase que exclusivamente do distribuidor.

Hoje é preciso fazer tudo isso e mais, ou seja, ter a sua cerveja na internet. É imprescindível para o crescimento do negócio ligar você (produtor) aos clientes corporativos (varejo, bares, restaurantes do Brasil inteiro) em uma plataforma confiável e segura, que reúne soluções simples e rápidas em logística.

Cervejaria Digital

O universo digital também é a melhor maneira para sua marca atingir novos públicos, principalmente em um mercado cada vez mais competitivo. Seja por meio de mídia online ou parcerias, o pequeno bar em uma cidade no interior precisa saber que a sua cerveja existe.

Faça um teste! Contrate a plataforma de e-commerce B2B para sua cervejaria. A implementação é simples e rápida para o seu produtos estarem em outro rapidamente.

Fast Channel na Semana do Calçado 2018

Mais uma vez, a Fast Channel vai difundir o mercado B2B pelo Brasil. E, desta vez, nós vamos falar sobre nosso conhecimento, know-how e soluções na Semana do Calçado 2018, em Novo Hamburgo (RS).

No dia 18 de setembro, às 17h, nosso diretor Mauricio Di Bonifacio vai explicar a importância do canal de venda digital B2B para a indústria calçadista. Confira a programação e compareça para saber as principais soluções para aumentar a venda da indústria de sapatos.

Até lá!

Quer saber como reduzir a dependência dos grandes clientes? Confira!

Quando a indústria – e aqui leia-se também importadores, distribuidores e atacadistas – falam em aumentar suas vendas, podemos imaginar dois caminhos principais: vender mais para os atuais clientes ou conquistar novos. Nesta artigo, vamos o segundo item: como vender mais tendo como objetivo conquistar novos clientes.

Muitas empresas acabam focando nos grandes clientes porque é mais fácil lidar com poucos clientes que gerem maior valor de negócios. Além disso, ter uma carteira com muitos clientes, que fazem pedidos pequenos, tem o problema sério dos custos.

Vender pouco para muita gente gera um alto custo comercial com as equipes de vendas, sejam internas ou representantes, além do custo com processamento de pedidos e logística. Fora o fato de que, por estarmos em um País de dimensões continentais, temos um problema ainda mais sério de abrangência geográfica e, com isso, custos de deslocamento da equipe comercial. Todos estes fatores nos levam para uma situação em que muitos clientes não são economicamente viáveis. O custo da venda não compensa o valor do pedido ou lucro gerado e esses clientes acabam sendo deixados para o plano B.

Porém, o total do volume movimentado por esses pequenos clientes em hipótese alguma pode ser desprezado. Veja o caso do varejo de alimentos. Mais da metade do volume de vendas está concentrada nas grandes redes varejistas. Mas, quando olhamos o perfil das empresas, cerca de 85% dos varejistas são compostos por micro, pequenas e médias empresas. O grande desafio das empresas que atuam na venda e distribuição dos produtos é chegar nesses clientes. Quanto menor ou mais distante dos grandes centros for a cidade, menor é a penetração de mercado das grandes redes varejistas e maior é o domínio do varejista regional de pequeno porte.

Outro problema que existe nas estratégias de vendas focadas no grande varejo é a dependência deles no volume de vendas e a baixa margem, já que são negociações muito mais agressivas de preços e prazos de pagamento.

Então, como uma indústria pode pulverizar sua carteira de clientes, reduzir a dependência dos grandes varejistas e aumentar a margem de lucro em melhores negociações? A resposta está no uso inovador e efetivo de soluções tecnológicas que gerem novos modelos de negócios, novos canais de venda e consigam vender mais para clientes sem um respectivo aumento de custos.

Estamos falando aqui de e-commerce B2B. Empresas que estão adotando estratégias de venda online através de iniciativas de e-commerce conseguem chegar aos clientes distantes geograficamente, nos clientes que têm baixo retorno no custo-benefício e clientes que façam pedidos menores e mais esporádicos. Da mesma forma que o varejo se reinventou com o e-commerce, agora é a vez da indústria inovar e entrar neste mundo.

Como é a Logística no e-Commerce B2B: Conheça os fretes CIF e FOB

A estratégia logística em um e-Commerce B2B deve contemplar os mesmos tipos de frete que já são amplamente utilizados no mundo físico, conhecidos como FOB (Free On Board) e o CIF (Cost, Inssurance and Freight).

A logística é sempre um ponto chave em qualquer operação de e-Commerce, principalmente quando estamos falando do e-Commerce B2B. Enquanto nas operações de varejo (B2C) a primeira coisa que lembramos é o “frete grátis”, no B2B o assunto é muito mais complexo.

No varejo, o lojista é responsável pela entrega do produto, podendo cobrar ou não o frete. Em operações B2B, este modelo que o vendedor é responsável pelo frete é o CIF. A escolha do operador logístico, o custo do frete, impostos e seguros envolvidos é tudo responsabilidade de quem está embarcando o produto, ou os produtos. A empresa que compra paga tanto o produto como o frete e quer receber na sua porta, sem maiores preocupações. Em alguns casos, a regra de cálculo para definição de preços, prazos e agendamento de entrega também podem ser mais complexas.

Por outro lado, também existe outro tipo de frete, que é o FOB. Neste acontece o inverso. O responsável pelo frete é a empresa que está comprando. Ela é responsável por negociar, contratar e gerenciar o operador logístico. O comprador fecha o pedido e informa o vendedor quem irá fazer a coleta da mercadoria. Outras variantes também podem ocorrer, como o vendedor ficar responsável também pelo embarque na empresa logística, em vez apenas esperar o produto ser coletado.

Outra grande diferença entre a logística B2B da B2C é a quantidade de itens e volume da carga a ser despachada.

Enquanto no B2C normalmente temos poucos itens por pedido, também conhecido por entregas fracionadas – salvo exceções, no B2B é o contrário. O normal são vários produtos ou várias unidades do mesmo produto. As compras são bem maiores. Várias empresas B2B usam restrições como valor mínimo de compra ou quantidade mínima de itens. Ou ainda só permitem o frete CIF acima de tais parâmetros, abaixo só FOB com o comprador buscando o pedido. Como comparativo, nos Estados Unidos, o ticket médio de uma venda e-Commerce B2B é quase o triplo de uma venda B2C.

Operações de e-Commerce B2B são inerentemente mais complexas que operações B2C, e a operação logística é mais um item que segue esta linha. Enquanto no B2C vende-se poucos itens por pedido, e com regras de frete simples ou grátis, no B2B temos modelos CIF e FOB, complexidades no despacho e gerenciamento de embarque, volumes maiores e roteirização de entrega.

B2B dará vantagem a empresa brasileira

A transformação digital, que anda em alta velocidade nas vendas entre as empresas e o consumidor (o chamado B2C), também é caminho sem volta no comércio entre empresas. Apostando no avanço do e-commerce entre companhias, a Fast Channel – do mesmo grupo da Fast Shop e há oito anos no mercado – lançou o conceito B2B Tech, plataforma pioneira completa no ambiente B2B – Business to Business. A evolução do relacionamento comercial entre as corporações em um país continental como o Brasil pode ampliar a competitividade das corporações locais em relação aos concorrentes estrangeiros, por causa da rapidez nas operações.

Comprar e vender entre companhias…

A opinião é de Giulio Salomone, CEO da Fast Channel. “Percebemos uma grande oportunidade na criação de ferramentas para a compra ou venda online entre empresas”, destaca o executivo italiano há dez anos no Brasil. Pesquisa da Forrester indica que 71% dos compradores corporativos utilizam o Google antes de comprar, mas só 2% efetuam essa aquisição no ambiente online. “Portanto, 98% das companhias ainda estão fora desse mercado”, enfatiza. Esse mercado é estimado em três vezes maior do que o B2C.

…aumenta a competitividade

Ainda de acordo com Giulio Salomone, além de possuir um Full Service Digital com solução DSAS (Digital Sales as a Service), possibilitando a criação de um marketplace privado ou personalizado para companhias, a Plataforma de e-Commerce B2B da Fast Channel inclui uma estratégia de marketing digital adequada para esse tipo de comércio eletrônico, além da possibilidade de pagamento na internet. “Já temos uma dezena de grandes clientes e queremos chegar em 2023 com faturamento anual de R$ 1 bilhão”, diz o CEO. Neste primeiro ano, a receita deve ficar em R$ 100 milhões.

Caminho para o futuro

O CEO da Fast Channel comenta que boa parte das companhias brasileiras ainda não está ciente do quanto a transformação digital veio para ficar no mundo dos negócios. “É mais simples continuar com o modelo tradicional, com representantes e distribuidores. Fazemos nossos clientes entender não só a necessidade do presente, mas principalmente o que vai precisar daqui a cinco anos. O que vai ser da minha empresa? Conseguirá estar em todo o mercado nacional sem operar por meio da internet? Buscamos essas respostas utilizando a tecnologia”, afirma Salomone.

A Era do B2B Tech: Como aproveitar o ambiente digital para ampliar seus negócios

Na última terça-feira, dia 8 de maio, a Fast Channel – em parceria com a Money Report – conduziu um encontro com líderes empresariais para explicar as tendências do B2B Tech. O CEO da Fast Channel, Giulio Salomone, explicou como as empresas podem se aproveitar do ambiente digital para ampliarem os negócios no mercado corporativo.

Atualmente, 71% dos compradores empresariais usam a internet para pesquisar antes de finalizar uma compra, mas apenas 2% deste público, de fato, realiza a compra online. Foi com este cenário que Salomone explicou como é importante utilizar a plataforma e as ferramentas da Fast Channel, que tornaram o processo das vendas digitais mais simples, fácil e intuitivo para as empresas.

“Somos a primeira empresa brasileira B2B Tech. Desenvolvemos soluções personalizadas, que rapidamente podem entrar em operação e apresentar grandes resultados”, destacou o CEO da Fast Channel.

O executivo também ressaltou outras vantagens de utilizar a solução própria para a venda B2B da Fast Channel, como os meios de pagamento online exclusivos para empresas, e citou operações que já registraram grandes avanços após a implementação da plataforma.

“Um exemplo claro do sucesso desta B2B Tech é a Fast Shop Empresas que, em apenas seis meses, apresentou crescimento de 45% em suas vendas empresariais digitais”, finalizou o CEO.

De Empresa para Empresa: Fast Channel cresce com as vendas digitais B2B

A Fast Channel, dos mesmos acionistas da Fast Shop (rede de lojas de eletrodomésticos), diversificou suas vendas na plataforma digital para crescer no segmento B2B (comercialização de empresa para empresa).

Hoje, além dos eletrodomésticos, que já comercializava há oito anos online, a companhia vende para diferentes clientes, artigos tão variados quanto pneus, uniformes, aço e pedras preciosas, relata Giulio Salomone, CEO da Fast Channel.

“O ecommerce, de empresa para o consumidor final está muito desenvolvido no Brasil, mas no B2B ainda há muito espaço”, afirma Salomone.

Para comprar na plataforma precisa ser uma pessoa jurídica. Conforme a quantidade, o preço pode ser mais competitivo, conforme a negociação online, diz.

A logística é feita pelo próprio fabricante, e não pela Fast Channel, que se encarrega da gestão, da estratégia  e do marketing das vendas.

Entre os novos clientes, estão a Goodyear, a ArcelorMittal, Santanense Tecidos, e a Dickies (uniformes).

Desde que decidiu ampliar a variedade de produtos comercializados, há seis meses, a empresa cresceu 45%.

A expectativa é que o faturamento atinja cerca de R$ 100 milhões, segundo o executivo.

Fonte: Folha de São Paulo

Fast Channel investe no conceito B2B Tech

A Fast Channel, dos mesmos acionistas da Fast Shop, está há oito anos no mercado e é uma das primeiras empresas brasileiras a ter uma plataforma completa no ambiente Business to Business (B2B), além de possuir um Full Service Digital com solução DSAS – Digital Sales as a Service.

Os executivos da Fast Channel perceberam que havia uma grande oportunidade em criar ferramentas para corporações que precisam efetuar suas próprias compras online entre empresas. Segundo uma pesquisa da Forrester 71% dos compradores corporativos utilizam o Google antes de fazer uma compra. Mas somente 2% efetuam essa mesma compra no ambiente online. Portanto, 98% das companhias estão fora desse mercado.

Foi neste segmento que a Fast Channel enxergou seu potencial e resolveu associar a lógica de mercado das Fintech ao segmento Business To Business – chegando, assim, ao novo conceito de B2B Tech. Criando uma nova forma das empresas se relacionarem com a compra e venda de produtos, através do uso intensivo de tecnologia, tornando esses processos mais simples, fáceis e intuitivos, disponíveis 24/7 e acessíveis através de celulares, tablets e computadores. “Somos a primeira empresa brasileira B2B Tech. Desenvolvemos soluções personalizadas, que rapidamente podem entrar em operação e apresentar grandes resultados,” afirma Giulio Salomone, CEO da Fast Channel.

O resultado dos serviços e da Plataforma de e-Commerce B2B da Fast Channel é o aumento exponencial nos negócios de seus clientes, tanto na venda quanto na compra digital dos produtos, com eficiência, tecnologia e publicidade. “No caso da Fast Shop Empresas, em apenas seis meses, a empresa apresentou um crescimento de 45% em suas vendas empresariais digitais. Outro grande diferencial nosso é a equipe de marketing B2B Digital – uma Task Force -, completamente experiente e focada no B2B”, diz Salomone. Para ele, ao aprimorar a experiência do usuário, potencializando a possibilidade de novas transações, o resultado imediato é o crescimento das receitas do cliente.

“Estamos investindo, propondo uma mudança no comportamento do mercado e queremos ser um unicórnio brasileiro em 2023”, relata Giulio Salomone. A primeira B2B Tech brasileira tem como clientes a Goodyear, Della Via, Fast Shop, Santanense Tecidos, Dickies, LDI, ArcelorMittal, entre outros, para quem desenvolveu a base digital para comercialização dos produtos e é responsável também pela gestão.

“A nossa solução é própria para o B2B e tem todos os meios de pagamentos para empresas, como por exemplo, o cartão BNDES e a faturar. Tenho o prazer de ter na Fast Channel como acionista majoritário e inspirador, Marcio Kakumoto, e também os fundadores, Maurício Bonifácio e Chris Vidigal, que continuam na companhia e são todos peças fundamentais para entender o mercado e as necessidades dos nossos clientes”, finaliza.

Fonte: TI Inside

Case Fast Shop Empresas

Entre os cases de sucesso da Fast Channel, podemos destacar a Fast Shop Empresas nas vendas digitais B2B. Como funciona a operação?

É um caso de sucesso porque foi planejado em parceria com a Fast Shop. Em 60 dias, nós criamos uma solução para melhorar as vendas entre as empresas, e deu muito certo. Tivemos a oportunidade de desenvolver a operação porque temos uma plataforma própria e experiência em trabalhar com o mundo B2B (venda de empresa para empresa). Então, ajudar as companhias a comprar on-line no site Fast Shop Empresas tornou-se um sucesso porque, rapidamente, implementamos a plataforma e as vendas aumentaram. Em um período muito curto, de cerca de três meses, o faturamento digital cresceu mais de 40%. E, além disso, cada empresa se tornou VIP dentro da operação da Fast Shop Empresas, seja ela grande ou pequena.

Como é feito o serviço?

Nosso BPO digital se baseia em uma plataforma criada por nós. Temos um time de marketing digital – comprometido com estratégias específicas, compra de publicidade digital e BI de resultados em vendas e campanhas – e um chatsales personalizado para entregar, no contexto de suporte à plataforma, o incremento das vendas digitais. Isso significa que o cliente pode se focar em seu negócio que a venda digital, a digitalização das vendas, nós fazemos.

Como que a Fast Channel conseguiu aumentar a receita da Fast Shop Empresas rapidamente?

Foram dois fatores fundamentais. Primeiro, a solução desenvolvida para a Fast Empresas é experiente, segura e confiável. Então, conseguimos produtos competitivos para o cliente empresa em um ambiente seguro e fácil de navegar. Além disso, trabalhamos com uma estratégia digital muito forte e focada nas vendas, com um atendimento personalizado para cada negócio.

Quais foram os benefícios da solução? Chegaram novos clientes, por exemplo?

Sim. Conseguimos trazer para a Fast Shop um cliente corporativo que eles não conheciam, e que também não conseguiam alcançar. Hoje vendemos para empresas do Brasil inteiro.

O modelo de negócio desenvolvido na Fast Shop Empresas é um BPO digital?

Sim, sem dúvida. Hoje, a Fast Channel planeja, gerencia e opera o canal digital. Nós, em conjunto com o time empresas da Fast Shop, somos responsáveis pelo resultado. A Fast Shop Empresas entrega a operação digital e nós que propomos a estratégia de publicidade on-line, quais ferramentas devem ser desenvolvidas no momento, entre outras frentes. E, claro, por trás de tudo isso, temos um time amplamente experiente com mais de 15 anos de know-how no e-commerce.

Como é a estratégia de marketing digital desenvolvida para a Fast Shop Empresas?

Temos um comitê executivo, onde analisamos as ações propostas, as melhorias e os resultados atingidos.

Por que uma empresa deve investir em um negócio igual o da Fast Channel na Fast Shop Empresas?

Porque entregamos rapidez de desenvolvimento em no máximo 60 dias, investimento mínimo para o cliente, aumento contínuo de faturamento e retorno em três meses.

Saiba como melhorar a eficiência na cadeia

Atualmente, a melhor maneira de fazer uma conexão eficiente é com a plataforma de e-commerce B2B da Fast Channel. A nossa solução tecnológica permite a integração total melhorando a eficiência entre a indústria, distribuidores e revendas em um sistema próprio, seguro e dedicado.

No e-commerce B2B é possível o lojista comprar diretamente do distribuidor, ou até mesmo a revenda comprar da indústria com segurança e pulando etapas complexas e burocráticas.

Nossas soluções são personalizadas de acordo com a necessidade de cada cliente e setor.

Saiba como podemos aumentar a eficiência e integrar toda a cadeia do seu negócio, ajudando a melhorar a rentabilidade e os serviços ao cliente. Entre em contato com a Fast Channel – Vendas digitais, Nossa paixão.

Como as soluções digitais vão alavancar as vendas B2B

No último dia 6 de março, a Fast Channel – junto com a Money Report – promoveu em São Paulo um almoço com líderes de grandes empresas. O objetivo foi mostrar aos CEOs, vice-presidentes e diretores destas companhias como as soluções digitais podem alavancar as vendas no mercado B2B.

O CEO da Fast Channel, Giulio Salomone, apresentou um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido para expandir as vendas corporativas digitais. Entre os cases de sucesso, foram mostrados exemplos com aumentos exponenciais nas vendas após somente dois meses de operação.

Outra solução da Fast Channel que também gerou muito interesse foi a possibilidade de melhorar em larga escala o processo de distribuição da cadeia entre indústria, distribuidor e lojista. Todas as companhias se interessaram, pois estão dispostas a descobrir como aumentar as vendas digitais e a eficiência na cadeia.

“As nossas soluções são proprietárias, e é por isso que conseguimos fazer uma personalização rápida e entregar resultados com apenas dois meses de atividade”, afirmou o CEO de Fast Channel.

O B2B ainda engatinha no Brasil e deve crescer exponencialmente nos próximos anos

Um segmento que logo deve chegar a um trilhão de dólares de faturamento anual nos Estados Unidos e que engatinha no Brasil. Assim pode ser definido o B2B, a relação de negócios entre duas empresas feita via internet. “Ainda não temos uma cultura nesta área, mas inevitavelmente as empresas vão também usar este tipo de plataforma para ampliar seus negócios”, garante Mauricio Di Bonifacio, empreendedor e co-founder da Fast Channel e da Vertis. Ele tem 19 anos de experiência no mercado digital, atuando na transformação digital do canal de vendas, através de iniciativas e-Commerce B2B e B2C.

Segundo Di Bonifácio, há uma certa resistência por parte de algumas empresas em relação ao B2C, notadamente da área comercial, que teme perder espaço e, principalmente, suas comissões. “Isso é um equívoco. O B2C é um complemento a venda tradicional e nunca vai garantir sozinho as vendas de uma empresa. Ele é mais um fator para ajudar no sucesso do empreendimento”, completa.

O especialista lembra que o B2C tem especificações absolutamente distintas do B2C – bussiness to consumer. “As compras são racionais, a venda é objetiva, a mídia é focada e específica. Além disso, há tabelas e portfólios separados para cada tipo de cliente”, enumera. Por tudo isso, é imperativo iniciar um projeto específico e não tentar usar uma plataforma já existente de B2C e adaptá-la para o B2B. “Já tivemos esta experiência. E foi um fracasso” alerta.

Números

O B2B movimentou nos Estados Unidos, em 2017, mais de 889 bilhões de dólares, mais do que o dobro do movimentado pelo B2C, que ficou na casa dos 409 bilhões de dólares. Para 2021, a projeção é a de que o B2C gere receita de 1,2 trilhão de dólares nos Estados Unidos e de 6,7 trilhões de dólares em todo o mundo

Segundo o mesmo levantamento, B2B respondeu por 11% das vendas gerais das empresas, no ano passado. Em 2021, a estimativa é que esta participação suba para 13,1%. Da receita via e-commmerce B2B, 31% é incremental, ou seja, dinheiro novo. A taxa de conversão é de 10%, enquanto que no B2C não passa de 3%. Já o ticket médio do B2B é de 491 dólares, contra 147 dólares do B2C, valor três vezes menor. Mais de 69% das empresas esperam não ter mais catálogos físicos em até cinco anos.

Dos clientes do B2B, 74% acham comprar online mais conveniente do que via representante comercial. Mais de 94% querem que as empresas tenham sites B2B parecidos com os de B2C. Geralmente, os projetos deste segmento fracassam por cinco motivos: estratégia e análise mal feita ou inexistente, falta de comprometimento da direção, sabotagem por parte da área comercial temerosa, clientes não convencidos e informados das vantagens do sistema e escolha equivocada da plataforma de eCommerce B2B.

Lojistas de calçados

Num breve levantamento feito dentro da COUROMODA, a Fast Channel constatou que os lojistas de calçados se mostram favoráveis ao B2B, porém com algumas ressalvas. Mais de 58% dos entrevistados garantiram que gostariam que seus fornecedores tivessem o sistema.

A dificuldade do acesso a certos fornecedores e os prazos de entrega maiores que os ideais são problemas apontados pelos lojistas ouvidos pela pesquisa e que poderiam ser sanados ou minimizados com um B2C eficiente.

Estes mesmos varejistas, entretanto, afirmaram que usariam o sistema somente para reposição. Para novidades e lançamentos, eles não abrem mão do contato direto com o produto, seja por intermédio do representante comercial, seja visitando feiras ou os fornecedores in loco.

O que é um BPO digital e por que contratá-lo?

BPO digital é um termo familiarizado para você? Do inglês Business Process Outsourcing, o termo nada mais é do que confiar a gestão digital do seu negócio a uma empresa competente. É um modelo novo de trabalho que tem dominado grande parte das companhias nos últimos anos com o objetivo de torná-las mais tecnológicas, crescer sustentavelmente e reduzir custos.

O desenvolvimento do BPO digital surgiu com a proposta de focar os esforços das empresas em seus Core Business, deixando os demais serviços importantes para companhias especializadas. Desta maneira, as atividades que não estão no foco principal e mesmo assim são essenciais para o funcionamento do negócio – como a criação de uma plataforma de vendas on-line – foram repassadas.

A Fast Channel é um exemplo clássico de BPO digital que chegou ao mercado para ajudar as operações a continuar crescendo. Com foco na gestão dos processos on-line, daí o BPO ser digital, a Fast Channel assumiu o e-commerce B2B e B2C de grandes empresas para apresentar resultados expressivos no médio e no curto prazo. Muitos clientes já enxergaram que a digitalização das vendas é um caminho natural para expansão dos negócios, como explica Giulio Salomone, CEO da Fast Channel.

“Nosso serviço de BPO digital se baseia em uma plataforma criada por nós e operada por um time especialista em marketing, tecnologia e vendas. Desta maneira, o cliente pode focar em seu negócio que a venda digital nós fazemos. Temos vários casos nos quais aumentamos as vendas em até 1000% (mil por cento) em um mês. Então, o nosso trabalho é esse: deixe comigo a venda on-line que eu faço para você”, detalha o executivo.

 Estrutura Fast Channel

Para chegar neste patamar, a Fast Channel estruturou seus departamentos, serviços e tecnologia. Como o BPO digital é apoiado no desenvolvimento do e-commerce, a companhia adotou estratégias que se traduziram rapidamente em cases de sucesso. Hoje, empresas que utilizam a plataforma da Fast Channel conseguem alcançar novos clientes e resultados que até pouco tempo eram improváveis.

“Temos exemplos de empresas que trabalham conosco no mercado B2B com um grande volume de novos clientes, cerca de 70%. Era um cliente que tinha o hábito de comprar em qualquer loja física e hoje, por meio da nossa plataforma, está comprando digital”, complementa Salomone.

É por isso que o BPO digital tem se tornado uma tendência de negócio entre os varejistas. O retorno sobre o investimento é rápido, principalmente pela velocidade de implementação do sistema, entre 30 e 60 dias. Confira aqui mais sobre as características, soluções e vantagens da plataforma da Fast Channel.