A Era do B2B Tech: Como aproveitar o ambiente digital para ampliar seus negócios

Na última terça-feira, dia 8 de maio, a Fast Channel – em parceria com a Money Report – conduziu um encontro com líderes empresariais para explicar as tendências do B2B Tech. O CEO da Fast Channel, Giulio Salomone, explicou como as empresas podem se aproveitar do ambiente digital para ampliarem os negócios no mercado corporativo.

Atualmente, 71% dos compradores empresariais usam a internet para pesquisar antes de finalizar uma compra, mas apenas 2% deste público, de fato, realiza a compra online. Foi com este cenário que Salomone explicou como é importante utilizar a plataforma e as ferramentas da Fast Channel, que tornaram o processo das vendas digitais mais simples, fácil e intuitivo para as empresas.

“Somos a primeira empresa brasileira B2B Tech. Desenvolvemos soluções personalizadas, que rapidamente podem entrar em operação e apresentar grandes resultados”, destacou o CEO da Fast Channel.

O executivo também ressaltou outras vantagens de utilizar a solução própria para a venda B2B da Fast Channel, como os meios de pagamento online exclusivos para empresas, e citou operações que já registraram grandes avanços após a implementação da plataforma.

“Um exemplo claro do sucesso desta B2B Tech é a Fast Shop Empresas que, em apenas seis meses, apresentou crescimento de 45% em suas vendas empresariais digitais”, finalizou o CEO.

O que é um BPO digital e por que contratá-lo?

BPO digital é um termo familiarizado para você? Do inglês Business Process Outsourcing, o termo nada mais é do que confiar a gestão digital do seu negócio a uma empresa competente. É um modelo novo de trabalho que tem dominado grande parte das companhias nos últimos anos com o objetivo de torná-las mais tecnológicas, crescer sustentavelmente e reduzir custos.

O desenvolvimento do BPO digital surgiu com a proposta de focar os esforços das empresas em seus Core Business, deixando os demais serviços importantes para companhias especializadas. Desta maneira, as atividades que não estão no foco principal e mesmo assim são essenciais para o funcionamento do negócio – como a criação de uma plataforma de vendas on-line – foram repassadas.

A Fast Channel é um exemplo clássico de BPO digital que chegou ao mercado para ajudar as operações a continuar crescendo. Com foco na gestão dos processos on-line, daí o BPO ser digital, a Fast Channel assumiu o e-commerce B2B e B2C de grandes empresas para apresentar resultados expressivos no médio e no curto prazo. Muitos clientes já enxergaram que a digitalização das vendas é um caminho natural para expansão dos negócios, como explica Giulio Salomone, CEO da Fast Channel.

“Nosso serviço de BPO digital se baseia em uma plataforma criada por nós e operada por um time especialista em marketing, tecnologia e vendas. Desta maneira, o cliente pode focar em seu negócio que a venda digital nós fazemos. Temos vários casos nos quais aumentamos as vendas em até 1000% (mil por cento) em um mês. Então, o nosso trabalho é esse: deixe comigo a venda on-line que eu faço para você”, detalha o executivo.

 Estrutura Fast Channel

Para chegar neste patamar, a Fast Channel estruturou seus departamentos, serviços e tecnologia. Como o BPO digital é apoiado no desenvolvimento do e-commerce, a companhia adotou estratégias que se traduziram rapidamente em cases de sucesso. Hoje, empresas que utilizam a plataforma da Fast Channel conseguem alcançar novos clientes e resultados que até pouco tempo eram improváveis.

“Temos exemplos de empresas que trabalham conosco no mercado B2B com um grande volume de novos clientes, cerca de 70%. Era um cliente que tinha o hábito de comprar em qualquer loja física e hoje, por meio da nossa plataforma, está comprando digital”, complementa Salomone.

É por isso que o BPO digital tem se tornado uma tendência de negócio entre os varejistas. O retorno sobre o investimento é rápido, principalmente pela velocidade de implementação do sistema, entre 30 e 60 dias. Confira aqui mais sobre as características, soluções e vantagens da plataforma da Fast Channel.

Como pulverizar a venda na indústria e reduzir dependência de grandes clientes

Quando a indústria, e aqui leia-se também importadores, distribuidores e atacadistas, falam em aumentar suas vendas, podemos imaginar dois caminhos principais: vender mais para os atuais clientes ou conquistar novos. Vamos abordar aqui nesse artigo o segundo item: como vender mais tendo como alvo conquistar novos clientes.

Muitas empresas acabam focando nos grandes clientes porque é mais fácil lidar com poucos clientes que gerem maior valor de negócios e porque ter uma carteira com muitos clientes que fazem pedidos pequenos tem o problema sério de custos.

Vender pouco para muita gente gera um alto custo comercial com as equipes de vendas, sejam internas ou representantes, além do custo com processamento de pedidos e logística. Fora o fato de que, por estarmos em um País de dimensões continentais, temos um problema ainda mais sério de abrangência geográfica e, com isso, custos de deslocamento da equipe comercial. Todos estes fatores nos levam para uma situação em que muitos clientes não são economicamente viáveis. O custo da venda não compensa o valor do pedido ou lucro gerado e esses clientes acabam sendo deixados para o plano B.

Porém, o total do volume movimentado por esses pequenos clientes em hipótese alguma pode ser desprezado. Veja o caso do varejo de alimentos. Mais da metade do volume de vendas está concentrada nas grandes redes varejistas. Mas, quando olhamos o perfil das empresas, cerca de 85% dos varejistas são compostos por micro, pequenas e médias empresas. O grande desafio das empresas que atuam na venda e distribuição dos produtos é chegar nesses clientes. Quanto menor ou mais distante dos grandes centros for a cidade, menor é a penetração de mercado das grandes redes varejistas e maior é o domínio do varejista regional de pequeno porte.

Outro problema que existe nas estratégias de vendas focadas no grande varejo é a dependência deles no volume de vendas e a baixa margem, já que são negociações muito mais agressivas de preços e prazos de pagamento.

Então, como uma indústria pode pulverizar sua carteira de clientes, reduzir a dependência dos grandes varejistas e aumentar a margem de lucro em melhores negociações? A resposta está no uso inovador e efetivo de soluções tecnológicas que gerem novos modelos de negócios, novos canais de venda e consigam vender mais para clientes sem um respectivo aumento de custos.

Estamos falando aqui de e-commerce B2B. Empresas que estão adotando estratégias de venda online através de iniciativas de e-commerce conseguem chegar aos clientes distantes geograficamente, nos clientes que têm baixo retorno no custo-benefício e clientes que façam pedidos menores e mais esporádicos. Da mesma forma que o varejo se reinventou com o e-commerce, agora é a vez da indústria inovar e entrar neste mundo.