Como aumentar o faturamento da sua cervejaria?

Você já se perguntou em como aumentar o faturamento e a visibilidade da sua cervejaria? Se você está estudando o assunto e mesmo assim não chegou a uma conclusão clara, a resposta é muito simples: por meio da digitalização.

Atualmente, ter um e-commerce bem constituído, com atenção minuciosa aos conceitos de marketing, tecnologia e vendas, é essencial para seu negócio. Basta olhar a sua volta e terá certeza que todos estão se movimentando neste sentido, com digitalização, inovação e crescimento.

É por isso que sua cervejaria precisa ter um site B2C e, mais importante ainda, um B2B. Não dá mais para ficar preso àquele modelo tradicional de produzir cerveja e vender em seu bairro ou cidade e depender quase que exclusivamente do distribuidor.

Hoje é preciso fazer tudo isso e mais, ou seja, ter a sua cerveja na internet. É imprescindível para o crescimento do negócio ligar você (produtor) aos clientes corporativos (varejo, bares, restaurantes do Brasil inteiro) em uma plataforma confiável e segura, que reúne soluções simples e rápidas em logística.

Cervejaria Digital

O universo digital também é a melhor maneira para sua marca atingir novos públicos, principalmente em um mercado cada vez mais competitivo. Seja por meio de mídia online ou parcerias, o pequeno bar em uma cidade no interior precisa saber que a sua cerveja existe.

Faça um teste! Contrate a plataforma de e-commerce B2B para sua cervejaria. A implementação é simples e rápida para o seu produtos estarem em outro rapidamente.

Como é a Logística no e-Commerce B2B: Conheça os fretes CIF e FOB

A estratégia logística em um e-Commerce B2B deve contemplar os mesmos tipos de frete que já são amplamente utilizados no mundo físico, conhecidos como FOB (Free On Board) e o CIF (Cost, Inssurance and Freight).

A logística é sempre um ponto chave em qualquer operação de e-Commerce, principalmente quando estamos falando do e-Commerce B2B. Enquanto nas operações de varejo (B2C) a primeira coisa que lembramos é o “frete grátis”, no B2B o assunto é muito mais complexo.

No varejo, o lojista é responsável pela entrega do produto, podendo cobrar ou não o frete. Em operações B2B, este modelo que o vendedor é responsável pelo frete é o CIF. A escolha do operador logístico, o custo do frete, impostos e seguros envolvidos é tudo responsabilidade de quem está embarcando o produto, ou os produtos. A empresa que compra paga tanto o produto como o frete e quer receber na sua porta, sem maiores preocupações. Em alguns casos, a regra de cálculo para definição de preços, prazos e agendamento de entrega também podem ser mais complexas.

Por outro lado, também existe outro tipo de frete, que é o FOB. Neste acontece o inverso. O responsável pelo frete é a empresa que está comprando. Ela é responsável por negociar, contratar e gerenciar o operador logístico. O comprador fecha o pedido e informa o vendedor quem irá fazer a coleta da mercadoria. Outras variantes também podem ocorrer, como o vendedor ficar responsável também pelo embarque na empresa logística, em vez apenas esperar o produto ser coletado.

Outra grande diferença entre a logística B2B da B2C é a quantidade de itens e volume da carga a ser despachada.

Enquanto no B2C normalmente temos poucos itens por pedido, também conhecido por entregas fracionadas – salvo exceções, no B2B é o contrário. O normal são vários produtos ou várias unidades do mesmo produto. As compras são bem maiores. Várias empresas B2B usam restrições como valor mínimo de compra ou quantidade mínima de itens. Ou ainda só permitem o frete CIF acima de tais parâmetros, abaixo só FOB com o comprador buscando o pedido. Como comparativo, nos Estados Unidos, o ticket médio de uma venda e-Commerce B2B é quase o triplo de uma venda B2C.

Operações de e-Commerce B2B são inerentemente mais complexas que operações B2C, e a operação logística é mais um item que segue esta linha. Enquanto no B2C vende-se poucos itens por pedido, e com regras de frete simples ou grátis, no B2B temos modelos CIF e FOB, complexidades no despacho e gerenciamento de embarque, volumes maiores e roteirização de entrega.