Venda sob produção (pré-coleção)
O lojista compra hoje uma coleção que será produzida e entregue semanas ou meses depois, dentro da janela da estação. Importam programação de entrega por coleção, prazo estendido e condição de pagamento alongada.

Pedido por grade de tamanho e cor, gestão de coleção e fast fashion, venda sob produção ou de estoque e regras por canal, com o representante comercial dentro da operação digital.
Moda e têxtil tem uma lógica de venda B2B que quase nenhuma plataforma genérica entende. O pedido não é de um item, é de uma grade inteira, várias cores e tamanhos do mesmo produto, em quantidades diferentes. O catálogo muda no ritmo das coleções. E a operação vai da grande indústria que vende sob produção para a próxima estação até o atacadista que vende do estoque para pronta entrega, quase sempre com o representante comercial no centro da relação.
A Fastchannel estrutura canais de venda B2B para indústrias de moda, confecções e têxteis, e também para distribuidores e atacadistas, que precisam digitalizar essa operação respeitando grade, coleção, canal e o papel do representante.
No setor, a venda costuma ser direta da indústria para o lojista, com forte presença de representantes comerciais. Há poucos cenários com grandes distribuidores no meio, mas há atacadistas relevantes, e cada modelo tem prazo, jornada e regra próprios. Soma-se a isso o produto que existe em dezenas de combinações de cor e tamanho, e coleções que sobem e descem rápido. Quem trata moda como um e-commerce comum trava no primeiro pedido de grade.
Esta é a diferença que define o setor. No B2C, o consumidor escolhe um tamanho e uma cor. No B2B, o lojista compra a grade: para o mesmo modelo, ele pede X unidades na cor preta P, Y na preta M, Z na branca G, e assim por diante, dezenas de combinações em um único produto, em quantidades distintas.
Por isso a usabilidade é crítica. A plataforma precisa de uma experiência de pedido em matriz/grade, em que o comprador preenche quantidades por cor e tamanho de uma vez, em poucos cliques, e não item a item. Quando a grade é grande e a entrada de pedido é lenta, o representante volta para a planilha e o canal digital morre. Quando a grade é fluida, o pedido de uma coleção inteira sai em minutos.
O catálogo de moda não é estável. No fast fashion, coleções entram e saem em ciclos curtos, com lançamentos frequentes e descontinuação rápida, a plataforma precisa subir e baixar produtos com agilidade e organizar o mix por coleção, linha e tema. Já a linha básica (como meias, lingerie e underwear) tem giro contínuo e reposição recorrente, mais parecida com a dinâmica de recompra de outros setores. Uma operação de moda madura costuma ter os dois mundos no mesmo portfólio, e a plataforma precisa atender ambos.
Outro ponto que separa moda de setores como alimentos é o prazo. São jornadas comerciais diferentes que a plataforma precisa suportar, inclusive convivendo na mesma empresa.
O lojista compra hoje uma coleção que será produzida e entregue semanas ou meses depois, dentro da janela da estação. Importam programação de entrega por coleção, prazo estendido e condição de pagamento alongada.
O atacadista vende majoritariamente de estoque, com entrega imediata. Importam disponibilidade na hora e recompra rápida. Os dois modelos podem coexistir na mesma empresa.
Muitas indústrias de moda misturam canais ao mesmo tempo: lojas próprias, franqueados, multimarcas e atacadistas, cada um com catálogo, preço, condição e regra distintos. O que o franqueado vê e paga não é o que a multimarca vê, e o atacadista opera em outra lógica ainda. A plataforma trata isso com perfil de cliente, multi catálogo e multi-tabela de preço, garantindo que cada canal compre dentro da sua política, sem conflito e sem exceção manual.
Na moda, o representante é peça central da venda, e o erro clássico é tratar o digital como ameaça a ele. A plataforma da Fastchannel coloca o representante dentro da operação: com o módulo de vendedor/representante, ele acessa a carteira, monta o pedido de grade com o cliente como um showroom B2B digital, e o lojista também recompra sozinho quando faz sentido. É a lógica híbrida, autosserviço com atendimento, que aumenta produtividade sem romper a relação comercial que move o setor.
A plataforma oferece uma experiência de pedido em matriz/grade: para o mesmo modelo, o comprador informa as quantidades por cor e tamanho de uma só vez, em poucos cliques, em vez de adicionar item a item. Isso é essencial para o lojista B2B, que compra várias combinações do mesmo produto.
Sim. Atende tanto a venda sob produção ou pré-coleção, com programação de entrega por coleção, prazos estendidos e condições alongadas, quanto a venda de estoque com pronta entrega, modelos que podem coexistir na mesma empresa.
Sim. O catálogo é organizado por coleção, linha e tema, com agilidade para lançar e descontinuar produtos no ritmo do fast fashion, e também atende a linha básica de giro contínuo e reposição recorrente.
Com perfil de cliente, multi catálogo e multi-tabela de preço, cada canal acessa o catálogo, os preços e as condições adequados à sua política comercial, sem conflito de canal e sem exceções manuais.
Sim. O módulo de vendedor/representante dá acesso à carteira e permite montar o pedido de grade junto com o cliente, como um showroom B2B digital, ao mesmo tempo em que o lojista pode recomprar de forma autônoma, uma operação híbrida que preserva o papel do representante.
Sim. Ela sustenta o lançamento sazonal e o mix dinâmico do fast fashion e, ao mesmo tempo, a reposição recorrente de linhas básicas como meias, lingerie e underwear, que têm giro contínuo.