Licença ou assinatura fixa
Você paga um valor recorrente previsível, independentemente de quanto vende. O custo da plataforma não cresce só porque o seu faturamento cresceu.

A resposta honesta é: depende. Veja como o custo se forma, quais modelos de cobrança existem no mercado e o que faz o investimento subir ou descer — para comparar propostas com critério, não pelo número de capa.
Um e-Commerce B2B não é um produto de prateleira com preço fixo: o custo varia com a complexidade comercial, o número de integrações e o modelo de cobrança do fornecedor. Duas operações "do mesmo tamanho" podem custar valores muito diferentes para digitalizar — por isso, desconfie de quem crava um preço antes de entender a sua operação: ou está superdimensionando, ou vai cobrar o resto depois.
Independentemente do fornecedor, o investimento costuma ter estes componentes.
O projeto em si: parametrização das regras comerciais, configuração de catálogo e preços, integração com o ERP, carga de dados e go-live. É onde mora a maior parte do esforço inicial.
O valor periódico (mensal ou anual) para usar a plataforma, normalmente já incluindo infraestrutura e atualizações no modelo SaaS.
Conexão com ERP, e eventualmente CRM, pagamento, antifraude e logística. Quanto mais sistemas e mais complexos, maior o esforço.
Ajustes específicos além do que a plataforma entrega de forma nativa. Quanto mais "fora do padrão", mais custo e prazo.
Manutenção, suporte e a evolução do canal ao longo do tempo.
O time da sua empresa (comercial, TI) dedicado ao projeto e à organização dos dados. É real e costuma ser esquecido na conta.
Esta é a decisão que mais impacta o custo no longo prazo.
Você paga um valor recorrente previsível, independentemente de quanto vende. O custo da plataforma não cresce só porque o seu faturamento cresceu.
Você paga uma fatia de tudo que vende pelo canal. Parece barato no começo — quando o volume é baixo — mas se torna caro à medida que o canal cresce, justamente quando o projeto deu certo. Na prática, você divide com o fornecedor o resultado do seu próprio esforço comercial.
Combina uma recorrência menor com um percentual sobre vendas. Atenção à mesma armadilha do modelo por GMV conforme o volume escala.
A pergunta-chave para qualquer proposta: o fornecedor ganha mais quando eu cresço, ou cresce junto comigo?
Um ERP padrão integra mais rápido que um legado ou altamente customizado.
Multi-tabela, multi catálogo, ST, aprovações e múltiplos canais exigem mais parametrização.
Dezenas de milhares de SKUs ou catálogo que muda muito pedem mais estruturação.
Atender só a carteira direta é mais simples que orquestrar distribuidores, representantes e franqueados.
Quanto mais perto do padrão da plataforma, menor o custo e o prazo; quanto mais sob medida, maior.
Trazer catálogo, clientes e histórico de um sistema antigo tem esforço próprio.
Boa parte desses fatores se administra com implantação em fases: começa-se pelo essencial para entrar em operação e evolui-se depois, diluindo custo e risco — é o princípio da metodologia de implantação.
Comparar fornecedores só pelo valor inicial leva a decisões ruins. O que importa é o custo total de propriedade (TCO) ao longo de alguns anos — incluindo recorrência, evolução e, principalmente, o modelo de cobrança. Um modelo por percentual sobre vendas pode ter o menor preço de entrada e o maior custo em três anos.
E há o outro lado da conta: o retorno. Um e-Commerce B2B bem implantado reduz pedidos manuais e custo de atendimento, aumenta a recompra e a recorrência, libera o time comercial para negociação e amplia a base atendida. O investimento se avalia contra esses ganhos, não no vácuo. Quem só pergunta "quanto custa" sem perguntar "quanto retorna" tende a escolher errado.

A Fastchannel não cobra percentual sobre as suas vendas, trabalhamos apenas com custos fixos e previsíveis, em modelos de custos de TI. Quando o seu canal cresce, quem colhe o resultado é você, não a plataforma. A implantação segue uma metodologia em fases, para diluir esforço e risco, e o escopo é dimensionado à sua operação real — sem superdimensionar no início.
Como o investimento depende da sua operação, o caminho é uma conversa para entender escopo, integrações e canais. Veja também como escolher uma plataforma de e-Commerce B2B.
Não há um preço único: o custo depende da complexidade comercial, do número e da complexidade das integrações, do volume de catálogo, dos canais atendidos e do modelo de cobrança do fornecedor. O investimento costuma combinar implantação (setup) e uma recorrência (licença), além de eventuais customizações.
Na licença ou assinatura, você paga um valor previsível independentemente do quanto vende. No percentual sobre vendas (GMV), você paga uma fatia de tudo que vende — barato no início e cada vez mais caro conforme o canal cresce. O modelo por licença mantém o custo previsível à medida que o volume escala.
Número e complexidade das integrações, complexidade das regras comerciais (multi-tabela, ST, aprovações), volume e dinâmica do catálogo, quantidade de canais e perfis, nível de customização e migração de dados. Quanto mais próximo do padrão da plataforma, menor o custo e o prazo.
Não. A Fastchannel trabalha com modelo de licença e não cobra percentual sobre as vendas — quando o seu canal cresce, o resultado é seu, não da plataforma.
Olhe o custo total de propriedade (TCO) ao longo de alguns anos, não só o preço de entrada, e compare com o retorno: redução de pedidos manuais e de custo de atendimento, aumento de recompra e recorrência, e mais produtividade do time comercial. Um projeto bem implantado se paga por esses ganhos.
Sim. A implantação em fases permite começar pelo essencial para entrar em operação e evoluir o canal depois, diluindo custo e risco em vez de tentar resolver tudo de uma vez no início.